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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sobre a Geléia Ideológica fétida ...

... por profundamente hipócrita ... quem sabe até estelionato polítco póssa ser ... geleia essa que cega nossos políticos e formadores de opinião ... mas não o grande Merval Pereira que de olhos abertos publicou Domingo passado a seguinte pérola :

Merval Pereira

Ideologias
● A coalizão partidária que apoia o governo de Dilma
Rousseff é a mais abrangente já organizada desde a
redemocratização do país, unindo um leque amplo
de partidos que vai, na teoria, da extrema-direita à
extrema-esquerda, embora no Brasil seja difícil colocar-
se partidos nos extremos do espectro político.

O PP tem características
de extrema-direita quando o
deputado Jair Bolsonaro radicaliza
nas suas campanhas
homofóbicas, ou defende a
tortura como método de repressão
política, mas não assume
essas ideias como metas
partidárias.
O PCdoB poderia ser
classificado de extrema-esquerda,
mas como se vê no
debate sobre o novo Código
Florestal, pode fazer
acordos com os ruralistas
na defesa mais abrangente
da garantia da produção nacional
de alimentos.
A disputa entre o Democratas
e os dissidentes que
deixaram o partido para
formar o futuro PSD liderado
pelo prefeito de São Paulo,
Gilberto Kassab, demonstra
que o espectro político
que ocupa a centro-direita
ainda pode ser um
bom nicho eleitoral, embora
nenhum político ouse assumir
tal identificação.
O ex-deputado federal José
Carlos Aleluia, na época
em que foi líder do extinto
PFL, chegou a esboçar uma
definição mais explícita da
posição doutrinária do partido,
afirmando que pretendia
ocupar o espectro político do
centro para a direita.
Hoje, mesmo sem mandato,
continua fazendo parte
do grupo que “pensa” o Democratas,
e acredita que o
partido tem um papel “central”
na política do país, evitando
o termo “direita”.
Já o deputado federal
Chico Alencar, do PSOL do
Rio, acha que problema
maior do que partidos não se
assumirem como de direita é
“partidos que deixaram os
princípios da esquerda não
reconhecerem isso”.
Ele diz que os que classificam
o PSOL de extrema-esquerda
“quase sempre são
aqueles que ainda enxergam,
com óculos de lentes interessadas,
postura de esquerda
no PT, PCdoB, PSB, PDT”.
Chico Alencar define como
“princípios da esquerda”
a aposta na radical
igualdade entre os seres humanos,
respeitada sua diversidade,
e sua viabilização
na igualdade de oportunidades,
através do que
chama de “democracia de
alta intensidade”, de participação
popular permanente,
da socialização dos
grandes meios de produção
e dos meios de governar.
A busca do socialismo,
que ainda consta do ideário
do PT, por exemplo, seria,
para Alencar, “obra de longo
prazo histórico, a ser
construída por milhões de
cidadãos conscientes —
sob pena de ser um arremedo
autoritário de socialismo,
com suas ‘dachas’ e
‘nomemklaturas’, como
tantas vezes já aconteceu”.
Segundo ele, muitos partidos
com socialismo no nome,
ou no programa, não têm
hoje qualquer compromisso
com esse projeto: “flexibilizaram
fronteiras éticas e ideológicas,
curvaram-se à lógica
pragmática do poder. E, assim,
vão sendo deteriorados
pelo clientelismo, pelo fisiologismo,
pelo patrimonialismo,
pelas campanhas eleitorais
milionárias com cabos
eleitorais pagos — o que antes
era uma heresia”.
O deputado Chico Alencar
cita o caso Palocci, a quem
classifica de “próspero dirigente
do PT”, como o exemplo
mais recente desta degradação.
Mas cita também “o
jovem Gabriel Chalita, tido
como promissor quadro político,
originário do PSDB, eleito
deputado federal pelo PSB
e agora no PMDB”, que para
justificar essas mudanças,
alega que “todos os partidos
são iguais”.
Na análise de Chico Alencar,
há, no Brasil, um “centrão
conservador” que cria
identidade, de fato, entre
PT/PMDB e seus caudatários
e PSDB/DEM e outros;
entre governo e oposição
conservadora. Inclusive em
grave naturalização da corrupção,
com um polo anulando
a crítica do outro,
por inautêntica.
“O anódino PSD de Kassab,
onde tudo cabe, é expressão
dessa descaracterização
(hegemônica) política”.
Para ele, “os gatos podem
se parecer pardos, mas
não são, e nem cabem, todos,
no mesmo saco, embora estejam,
em conflito, na mesma
cena política institucional”.
O ex-deputado José Carlos
Aleluia entende que as críticas
aos partidos políticos
“refletem o desconforto geral
com a insensibilidade da
classe política no que respeita
à reforma política — ignorando
solenemente que no
governo representativo a democracia
se exerce através
de partidos políticos — e não
há por que multiplicá-los”.
Em termos programáticos,
diz ele, devem advogar
determinado modelo de sociedade,
que não são muitos.
Aleluia reivindica para
seu partido “a procura de
formas de melhorar a qualidade
do processo político,
inclusive não nos limitando
à atuação legislativa”.
Ele destaca que decorreu
de iniciativa do Democratas
a decisão do Supremo
Tribunal Federal de que o
mandato pertence ao partido,
“oficializando nosso entendimento,
nos termos da
Constituição”.
Graças a tal decisão, destaca
Aleluia, passou a vigorar
o princípio da fidelidade
partidária, “sem dúvida
grande avanço”.
Ele ressalva que, a partir
da criação da Frente Liberal
“que viabilizou a transição
pacífica dos governos militares,
através da eleição de
Tancredo Neves”, seu partido
nunca pretendeu se situar
à esquerda do espectro político,
nem sequer se confundir
com a social democracia.
“Na verdade, ocupamos
um papel central na vida política
do país, assegurando a
convocação da Assembleia
Constituinte, compromisso
que havíamos assumido no
processo de abertura; alertando
a Nação para os retrocessos
que a Carta inseria e
corrigindo-os, quando se
apresentou a oportunidade”.
Aleluia, depois de destacar
que seu partido sempre
trabalhou para garantir o
funcionamento das instituições
democráticas, diz que
o Democratas mantém “os
mesmos princípios e a determinação
de construir
uma nação onde o estado
seja regulador e não protagonista
em áreas em que a
iniciativa privada é mais
competente e tem mais a
contribuir com o Brasil. Entendemos
que o Estado deve
cuidar prioritariamente
da educação, da saúde e da
segurança dos brasileiros”.


Partindo da lucidez analítica de que modêlo algum,  com fundamento ideológico qualquer que seja,  irá por si mesmo resolver o problema do progresso das Naçôes , fica que o melhor modêlo de organização do Estado , e a ideologia praticada deve ser a que se enquadra melhor nas características geoeconômicas do Pais, e na indole do seu povo ...neste caso falo da ideologia . A melhor das ideologias , é a que vem estampada em nossa bandeira  ( ainda ) : Ordem , e Progresso  que conduz ao trabalho eficaz , e atravez dele ao desenvolvimento material , e humano dos cidadãos . Basta que deixem de xavecos ideológicos , e desrregramentos na Administração da coisa pública ... passando a agir com integridade , e competência  que a coisa vai . Mas como vai indo está difícil , pois até mesmo o capital trabalhista que a Nação vem acumulando em gerações ...acaba indo pro brejo , afundando nessa geléia sem vergonha . Um funcionário de uma empresa prestadora de serviços que veio à minha residência fazer um conserto ... me perguntou quem trabalhava melhor ...nós ... ou os Americanos . Isso mostra o orgulho do trabalhador brasileiro ao que me refiro como capital trabalhista . Repondi dizendo que Ford certa vez disse que o nosso trabalhador era de grande qualidade Não sabia quem era Ford ... talvez já tivesse ouvido sobre canastrões de ``esquerda `` mas do Ford nem desconfiava . Bem ... acrescentei que  o melhor não sabia dizer qual era,  pois ambos eram muito bons ... mas que o povo Americano trabalhava mais , e que lá vagabundo acabava sendo convocado pra carne de canhão ... o cara ficou imprecionado  ... mas satisfeito porque eu disse que aqui quem trabalha o faz por muitos pois trabalha com afinco, e qualidade . Com a geléia a tendência é esse capital minguar ... o que será uma perda irreparável . Lembro- me que atraz fiz uma crítica  a um dos ministros do STF sobre a declaração dele de que os partidos careciam de ideologia ... argumentei que seria justamente o contrário , que chegava de ideologia . O que é necessário é focar o desenvolvimento Nacional global : econômico , político e social  atravez do trabalho . O modêlo do Estado , e a ideologia dominante são apenas molduras  devem ficar em segundo plano . Os partidos podem até discutir internamente esses assuntos mas sua postura no diálogo com o eleitor , e com o povo em geral , deve ser com foco no desenvolvimento Nacional  . Podem e devem ter em suas fileiras simpatizantes de quantas ideologias existirem , mas todos devem convergir no foco a que me referi ... fora disso é baboseira de catador de votos . Na sua dissertação sobre o momento ideológico o Merval mostrou que a incoerência entre ideologia e açáo é comum na vida partidária de forma generalizada ... pois é ... o que falta é sinceridade em admitir que ideologia já era ...mas com que caçar votos ...com ideologia é tão fácil engrupir o eleitor... praque mudar  ! Para politizar o povo de forma correta incutindo Amor ao Brasil , valores cívicos , patriotismo sadio , solidariedade social .vontade de realizar um pais do futuro: próspero, e feliz para os seus descendentes . Não falta ideologia ,e sim idealismo e patriotismo ! Isso sim ... Sr Ministro .

Pecisamos de coragem para fazer já a reforma política profunda de que o Pais precisa ... para que esperar o surgimento de algum iluminado ... se a inércia emperra o desenvolvimento social já iniciado , segura o desenvolvimento econômico , já bem sucedido ,  mas carente de prosseguimento com as reformas estruturais, que o emprezariado exige, para não micar o que já foi conquistado . A reforma política deverá vir do consenso Nacional , e não de alguns iluminados ... e é para já .


Para frente Brasil !










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