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segunda-feira, 4 de abril de 2016

O termômetro da tensão no interior do governo pode ...

... ser avaliado pela notícia que nos traz o Claudio Humberto . A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania por esse motivo repasso a notícia que ma chegou via F. Beauclair , meu Amigo e companheiro . Com a palavra Cláudio Humberto :

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A informação divulgada por Cláudio Humberto é importantíssima e revela um fato da maior relevância. Com toda a certeza, a decretação do “Estado de Defesa” somente não ocorreu porque os comandantes das Forças Armadas impediram.



Em entrevistas a correspondentes da imprensa estrangeira e a todo momento que encontra um microfone ou um gravador à sua frente, a presidente Dilma Rousseff está denunciando a preparação de um golpe para derrubá-la do poder. Sabe-se que se trata de uma argumentação fantasiosa. O que não se sabia é que a realidade era bem diversa.



Conforme o jurista Jorge Béja já comentou aqui na Tribuna da Internet, o site “Diário do Poder”, do jornalista Claudio Humberto, informou que chefes militares informaram à oposição, em reuniões reservadas, que o governo do PT discutia a adoção de medidas semelhantes àquelas utilizadas na Venezuela para sufocar os protestos de rua.


Houve inclusive tratativas com próceres da semiditadura venezuelana. O plano era decretar “Estado de Defesa”, suspendendo direitos fundamentais, como de reunião e manifestação e sigilos telefônicos e de correspondência, seguindo o exemplo do que fez Hugo Chávez, quando era presidente do país vizinho.



O pretexto do “Estado de Defesa” seria evitar “graves distúrbios” em cidades onde ocorreram as maiores manifestações, no último dia 13.

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A informação divulgada por Cláudio Humberto é importantíssima e revela um fato da maior relevância. Com toda a certeza, a decretação do “Estado de Defesa” somente não ocorreu porque os comandantes das Forças Armadas impediram.



É claro que eles foram consultados, porque nenhum governante (no caso, governanta) tem condições de decretar medida de tamanha gravidade sem consultar os comandos militares, que são responsáveis por colocar em prática tal determinação.

26/03/2016 – Tribuna da Internet – José Carlos Werneck -tribunadainternet.com.br/militares-
impediram-um-golpe-de-estado-chavista-de-dilma/
".




Bom proveito e até mais ! 

Acontece que o "Mais " chegou à minha cx de correspondência o que assumi como nova contribuição do Amigo F. Beauclair  . Assim passo ao vosso conhecimento e discernimento a explicação mais detalhada de como aconteceram as coisas denunciadas acima ... de minha parte lembro à vcs que um comandante do exército do sul foi transferido para Brasília depois de declarações não convenientes ao Governo , não me lembro do nome do militar ! Segue o anunciado : 

Com a palavra F. Beauclair ,

As Forças Armadas abortaram o golpe do "Estado de Defesa"‏

Repassando com mais esclarecimentos em relação ao que já tinha enviado anteriormente. Tudo dentro da lei, tenho orgulho das nossas Forças Armadas e me lembro sempre do que meu pai me ensinou e mais tarde senti também no convívio com o meu Sogro também militar que soube dar a minha esposa boa formação sobre os deveres do cidadão. Tenho orgulho de ter servido ao nosso Exercito onde ampliei meus sentimentos de dever para com meu pais.
"Para triunfar é necessário vencer, para vencer é necessário lutar, para lutar é necessário estar preparado, para estar preparado é necessário prover-se de uma grande inteireza de ânimo e de uma paciência a toda prova." (Carlos Bernardo Gonzales Pecotche)
 
 
¨A vida é um espelho onde se reflete o que o ser pensa e faz, ou o que os pensamentos próprios ou alheios o levam a fazer.¨
 As Forças Armadas abortaram o golpe do "Estado de Defesa" !

 
 
 Sul Connection ESPECIAL - 
COMO O COMANDANTE VILLAS BÔAS IMPEDIU UM GOLPE DE ESTADO DO PT E DE DILMA
Sem sair um milímetro sequer de suas atribuições funcionais as Forças Armadas abortaram o golpe do Estado de Defesa e impediram a geração de um clima de pré-Guerra Civil. 
·         http://www.sulconnection.com.br/public/noticias/3174/3040.jpg
·          
No dia 23 de março deste ano o senador Ronaldo Caiado, do Democratas de Goiás, vinha a público com uma notícia bombástica. Dilma estaria pensando em decretar Estado de Defesa. A notícia foi recebida basicamente de duas maneiras nas redes sociais. De um lado, alguns acusavam o senador de estar criando alarmismo de maneira desnecessária. Já outros, especialmente extremistas de direita e defensores da intervenção militar, chamavam o Comandante do Exército, General Villas Bôas de covarde, traidor, carreirista e mais um monte de outros xingamentos. Ato contínuo, o senador A&ea cute;cio Neves, do PSDB, tratou de deixar claro que Caiado não estava blefando. O petismo realmente tinha planos golpistas.
Este Sul Connection esteve em Brasília no domingo do impeachment e passou toda a segunda-feira por lá. E então apuramos os desdobramentos das denúncias de Caiado e Aécio e o papel que Villas Bôas e os militares desempenharam durante a crise. Antes de prosseguirmos, faça-se justiça: sem fugir um único milímetro de suas atribuições funcionais, sem conspirar e respeitando rigorosamente a Constituição, o Comandante do Exército, liderando as Forças Armadas, foi um verdadeiro herói da jovem democracia brasileira. Se um dia o leitor desta reportagem encontrar Villas Bôas por aí, bata  continência e palmas para o nosso comandante. Ele merece.
Segundo o que apuramos, tanto Caiado quanto Aécio foram informados pelo próprio Comando do Exército da manobra que se preparava intra-muros no Palácio do Planalto. Foram informados justamente para que colocassem a boca no trombone e esvaziassem politicamente qualquer tentativa neste sentido. Ato contínuo, Villas Bôas chamou à Brasília os comandantes das quatro regiões militares (1) e realizou uma reunião de emergência do Alto Comando. Ele explicou o que se passava e pediu apoio aos seus comandados (2) para ir até o governo e informar que as Forças Armadas brasileiras não aceitariam qualquer ordem que considerassem absurda.
Villas Bôas teve o apoio de seus comandados (2). E juntos, fardados, foram todos falar com o Ministro da Defesa, o comunista Aldo Rebelo. Aldo foi informado de que o Regimento Militar era muito claro. Ordem absurda não se cumpre. E mais. É dever de todo militar dar voz de prisão a quem ousa expedir qualquer tipo de ordem absurda. Recado mais claro, impossível.
Aldo foi a Dilma e informou que não haveria qualquer apoio para o Estado de Defesa.
Após abortarem os planos de Dilma, os militares ainda promoveram dois almoços no Comando do Exército em Brasília, tendo Villas Bôas como anfitrião. Um com o senador Ronaldo Caiado. E outro com o senador Aécio Neves. Ambos foram orientados a entrarem pela porta da frente do Comando, sem qualquer medida para ocultar a reunião. O recado foi claro: ninguém estava conspirando e nem fazendo nada de ilegal. Não havia motivo para se esconder. Igualmente claro foi o recado compreendido pelo governo: as Forças Armadas brasileiras não adeririam a qualquer tipo de golpismo.
Este Sul Connection fez questão de registrar como o impeachment pôde chegar ao seu fim de forma pacífica e serena, sem qualquer golpismo, em respeito à história e à biografia de Villas Bôas. Injustamente atacado nas redes sociais, o general manteve a serenidade e nunca demonstrou qualquer disposição para bater boca com fanáticos de qualquer viés. Cumpriu sua missão militar e institucional. Ajudou a preservar nossa jovem democracia e as nossas instituições. Merece todo o nosso reconhecimento. 

Outra vez  , até mais !


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