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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sempre deconfiei desse tal de Rainha e seu MST ...



e como a liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania agradeço ao Amigo F. Beauclair o texto que nos enviou por e-mail o qual repasso à vcs . Dentro desse pandemônio que nos assola surge mais essa revelação , segue o texto :



No texto faltou um detalhe que o Luiz nos fornece :


Faltou um detalhe: o dinheiro ia para o exterior (Itália e Suiça) em JATINHOS (TAXI AÉREO) alugados.



O dinheiro era colocado nas aeronaves ainda dentro de hangar, com portas fechadas para não ser visto e fotografado, e de pois decolava.



Bem que um chapa meu Diretor Técnico de um taxi aéreo aqui em SP me dizia que o MST era um "bom cliente". Agora vejo que ele falava a verdade, não era exagero!

Luiz

Amigos,



Finalmente consegui ler a sentença do Exmo. Juiz da 5a. Vara Federal (Ricardo Uberto Rodrigues) para esse dito "Marxista-Stalinista" e "defensor dos oprimidos" José Rainha Jr, condenando-o a 31 anos e 5 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado, em prisão federal.



As acusações (comprovadas pelo Min Público na "Operação Desfalque") são impressionantes, vejam um resumo a seguir:

extorsão
estelionato
formação de quadrilha
apropriação indébita
favorecimento real



Vejam coisas que foram confirmadas:


De acordo com denúncia do Ministério Público Federal, os réus agiam utilizando trabalhadores rurais ligados ao MST como “massa de manobra” para invadir terras e exigir dos proprietários o pagamento de contribuições. Interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça durante a investigação, comprovaram que o dinheiro era desviado para os próprios integrantes do grupo.
Diz o MPF que, em abril de 2011, José Rainha Júnior teria cobrado e recebido de duas empresas do setor de agronegócios, R$ 50 milhões e R$ 20 milhões, respectivamente, para não invadir e queimar as plantações de cana-de-açúcar mantidas em fazendas em Paraguaçu Paulista.
Em outra ocasião, pediu R$ 112 milhões aos representantes de uma concessionária de rodovias, a título de “ajuda solidária”, ameaçando obstruir e danificar as praças de pedágio daquela empresa. Esse dinheiro foi desviado para benefício pessoal dos integrante do grupo.
Segundo a Monsanto seu grupo invadiu uma fazenda-modelo e destruiu mudas de cana-de-açucar resistentes à algumas pragas. Foi confirmado que a destruição foi encomendada por empresa representante de agrotóxicos importados, a qual seria prejudicada caso a pesquisa tivesse sucesso.
O MPF também diz que o grupo se apropriou de cestas básicas fornecidas pelo Incra às famílias que residiam nos assentamentos, e as vendeu indevidamente para assentados. O MPF diz que Claudemir Silva Novais (braço direito de Rainha Jr.) era o responsável pela tarefa.
“No caso dos autos, verificou-se o aproveitamento, pelo réu e demais membros do ‘grupo de frente’, do comportamento ou das fraquezas das vítimas para lhe facilitar a prática criminosa. É dizer, o réu valeu-se do temor que incutia nas pessoas, em regra analfabetas e já fragilizadas pela sua atual condição de sobrevivência, para auferir vantagem indevida”, afirma o juiz federal Ricardo Uberto Rodrigues na sentença.



Para o magistrado, José Rainha Júnior se valeu da condição de liderança para a prática dos crimes. “A ganância desenfreada se mostra na realização de diversas ameaças ou invasões de terras, sempre com o objetivo de auferir proveito próprio”, afirma Rodrigues. Ao comentar que entre as vítimas estavam mulheres, crianças e idosos, o juiz conclui: “Colocou-se, portanto, em risco, a vida e a saúde de diversas pessoas em nome de um objetivo mesquinho de ganho pessoal”. Segundo ainda o Min Público, grande parte do dinheiro auferido foi enviado ao exterior (Bancos Italianos e Suiços), mas está em processo de repatriação.


Caramba ... sócio gangster do Agro Negócio , a mais importante fonte de renda do nosso (?) País ... Amigos pensem nisso !





 

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