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sábado, 20 de abril de 2013

Quo Vadimus…(para onde vamos ) …seria o tema principal … | Rcav5's Blog

Quo Vadimus…(para onde vamos ) …seria o tema principal … | Rcav5's Blog 

É um tema relevante que deve ser abordado durante campanhas eleitorais decentes  !

sábado, 6 de abril de 2013

Antes que a tempestade desabe sobre nós … é bom meditar com auxilio , … | Rcav5's Blog

Antes que a tempestade desabe sobre nós … é bom meditar com auxilio , … | Rcav5's Blog

A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania .Vamos começar a agir queridos Amigos ... eles já começaram a disputar a bufunfa ... em se tratando de República : a bufunfa é nossa , até mais

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Uma pergunta dessas merece resposta de quantos ...

... a recebem . Se não soubermos como responde - la integralmente ... devemos fazer o que pudermos  .A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania que no regime republicano democrático e representativo nos pertence, e obriga . Nas próximas eleições será o momento mais adequado para responde - la ... como pudermos , ou nos deixarem ... o que dá no mesmo ! Segundo o candidato dos Socialistas se pode fazer muito mais do que a menina anda a fazer ... pelo artigo do Arnaldo Jabor publicado em O Globo de 02/04/2013 deve mesmo ser possível .O artigo traz a pergunta : Porque nada acontece no Pais ? Na minha opinião o problema se situa na qualidade do poder por traz das autoridades que o povo democraticamente constituí . Esse poder diz -se originado do POVO ... mas na realidade este somente constituí as autoridades que irão agir em seu nome dando - lhes pelo sufrágio legitimidade e legitimando suas nomeações  ... é falácia dizer que nas Democracias... que andam por aí...o poder emana do povo  ... mentira da grossa : ele emana do poder que domina a Nação . No caso do Brasil acresce que ele tem constituição muito  heterogênea havendo em sua natureza focos bastante ruins . Além do mais , contraditórios , o que dificulta a condução dos negócios do Estado .Como focos de poder ruins cito a ganância  ,a  vaidade, o pragmatismo, a desonestidade , a luxúria ,  etc . Os contraditórios ficam por conta da diversidade de ideologias que se enfrentam na arena eleitoral  . O poder dividido, e contaminado em suas fontes, desperdiça as energias da Nação AMARRANDO O PROGRESSO . Ultimamente tem - se tentado bravamente aprimorar o Estado de Direito para que filtre essas energias oriundas desse poder heterogêneo e lhes de unicidade de propósitos direcionados para o progresso da Nação . Tá.difícil... pois a galera acostumada às mamatas são ativas em dificultar ...a bola atualmente está com o STF . LÁ TEM GENTE BOA DE BOLA .. .MAS DO OUTRO LADO HÁ MUITA GENTE TINHOSA ! Se olharmos o panorama mundo afora nos últimos tempos como fez o Arnaldo ...então o problema se mostra cruel . É´preciso que surjam lideranças de qualidade que se possam exercer através de estruturas adequadas ... problemão , mas não podemos desanimar ! Como esta resposta é minha, digo : Deus é grande, e nós seus filhos ! Publico a seguir o artigo do Arnaldo Jabor que deu ensejo à essa postagem para que os que não a leram possam faze- lo e pensar no assunto :

    POR QUE NADA
ACONTECE NO PAÍS?  


Não são as décadas que
nos transformam; são os
fatos. Eles cavam buracos
no tempo e criam caminhos
que não podemos
prever. Há épocas lentas,
há épocas sangrentas,
épocas eufóricas e ingênuas,
há épocas que parecem ataques epiléticos
da História.
Antigamente, achávamos que os fatos nos levariam
a um futuro harmônico, que a vida era
uma linha reta que ia desde os macacos até o
paraíso cristão ou socialista ou, recentemente,
ao fim da História.
Hoje vivemos em um labirinto de boas e más
notícias, uma teia do Homem-Aranha, um deserto
do Iraque de ideias, um vazio de estupidez
islâmica, um tempo de terrores como nos
pesadelos de ficção científica. Antes, sonhávamos
com o futuro; hoje, temos pavor de que
ele chegue.
Na década de 1960, ainda se comemorava a
paz depois da guerra mundial, com euforia democrática
movida pela prosperidade do capitalismo.
O mundo era dos jovens, era o oásis do pós guerra.
Havia o Vietnã, Guerra Fria, mas o clima
das cabeças era de alegria. As saias curtas,
as pernas de fora, as pílulas anticoncepcionais
fazendo o sexo livre, a revolução gráfica desenhando
uma vida ideal junto com a publicidade,
havia um clima de ousadia, de fé, com a
crença de que era simples fazer revoluções, de
que o socialismo seria alegre e dançante em
Cuba, de que os Beatles e os Rolling Stones nos
libertariam para sempre da caretice. Mas aos
poucos, entendemos que o buraco do mundo
era mais embaixo, que não bastavam palavras
de ordem para vencer o conservadorismo.
Os lideres do sonho começaram a morrer.
Guevara saiu de Cuba em busca da utopia e foi
denunciado pelos próprios camponeses na
Bolívia e morreu como um Cristo desmoralizado
na selva.
As boas novas sempre vinham anuladas por
um desastre qualquer. A chegada do homem à
Lua aconteceu ao mesmo tempo em que Sharon
Tate, mulher de Polanski, grávida, foi morta a punhaladas
por um bando de hippies enlouquecidos.
A paz, o amor e a flor foram virando rancor,
medo, ódio.
Aqui, a guerrilha urbana conseguiu seu maior
feito — o rapto do embaixador americano Elbrick
— um gol de placa igual ao milésimo gol de Pelé
no dia 19 de novembro de 69, junto também com
a chegada do Médici ao poder, com sua cara de
vampiro deprimido, enquanto o Marighella morria
em São Paulo, enquanto os Beatles se separavam
com a declaração de John Lennon de que o
sonho tinha acabado.
Tudo ao mesmo tempo.
Aí, nada mais parou de acontecer no chamado
“milagre brasileiro”; a burguesia enchendo a barriga
de dinheiro em São Paulo e a violência militar
e guerrilheira rolando solta; porrada e grana,
enquanto a Transamazônica destruía a floresta,
enquanto Leila Diniz morria num deserto da Índia,
na queda de um Boeing japonês.
E assim fomos seguindo, com o progressivo fechamento
da esperança, com os fatos ficando
menores, mais episódicos, com as tragédias virando
chanchadas e as alegrias murchando em
melancolia. Era como se a grande História estivesse
impedida e só as pequenas bobagens pudessem
acontecer, prenunciando um futuro de
inanidades, de irrelevâncias.
Nos anos 1970 no Brasil, veio o misticismo laico
da contracultura e as desgraças psiquiátricas causadas
pela ditadura, enquanto um desastre de
avião nos Andes provocava um banquete canibal
na neve, Allende caía morto e subia o assassino
Pinochet.
O fato mais importante foi a crise de petróleo
em 73, com a OPEP inaugurando a Guerra Fria
entre o Oriente e Ocidente, a mãe dos homens bomba
que até hoje nos assolam.
E assim fomos indo. Lembro-me do Tancredo
no hospital e do sorriso deslumbrado dos médicos
de Brasília, amparando o presidente como
um boneco de ventríloquo para a opinião publica.
“Vai morrer!” — arrepiei-me. O jaquetão do
Sarney, deslumbrado e contristado, me arrepiou.
A foto sorridente de Collor, na capa da “Veja”, com
o título “Caçador de marajás” me deu pavor. Depois
FHC e Lula. (Se FHC não tivesse vencido, onde
estaríamos hoje?)
E agora, que arrepio é este que sinto?
Estamos assistindo a uma nítida deterioração
das instituições, quando ninguém teme mais nada,
pois todos descobriram que delitos e corrupção
“não têm bronca”, não têm “pobrema”. Como
disse Lula uma vez: “ ‘Dossiê’?... Ah, o povo pensa
que é doce de batata...”
Este governo está desmoralizando os fatos.
Os acontecimentos não acontecem, se diluem,
morrem. Dilma anuncia medidas modernizantes,
aeroportos, estradas de ferro, hidrovias,
infraestrutura — mas tudo morre na praia;
a burocracia sindicalista não permite.
Até aquele Paulinho da Força (com vários
processos) consegue paralisar a reforma portuária...
É espantoso.
Estive há pouco na Europa. Todos os países
estão desesperados por problemas insolúveis.
Espanha com 25 por cento de desempregados,
a Itália com um ridículo palhaço levado a sério,
a Holanda (até ela) está sem caixa, a América
sob chantagem da direita, a Coreia um país
psicótico sob um gordo louco, a Primavera
Árabe morta e por aí vai...
Na imprensa mundial o Brasil é tratado como
uma ex-esperança, atual vexame. Até o
drama de Chipre vai nos beneficiar com ingresso
de capitais. Estamos jogando fora a
imensa sorte que temos, por causa de imbecis
com dogmas vergonhosos que não existem
mais. Estamos antes do muro de Berlim. Esses
canalhas desprezam a sociedade e acham que
o Estado tem de nos tutelar.
Mas, até quando esse chove-não-molha vai
aguentar?
Por que a besta do Brasil não prospera, por
que continua atrás dos Brics, atrás da América
Latina, por que até a Petrobras caiu para a metade,
saqueada pela porcada magra sindicalista?
Por quê? Temos grana entrando, temos um
governo com maioria total no Legislativo, sem
oposição, sem nada. Por que não vamos para
frente? Por quê, porra? Os diagnósticos são
iguais no mundo todo: uma presidente rachada
ao meio por fissuras ideológicas e dominada
pela fome eleitoral do PT , a fim de virar um
partido mexicano como o PRI. Os europeus
têm inveja e desprezo por nós, porque eles
querem sair da crise e não conseguem e nós
temos tudo para nos salvar e não queremos.
Algo muito ruim cozinha em banho-maria
nosso progresso. Há alguma coisa “não acontecendo”
no Brasil que me dá arrepios. l

Quem sabe , após às próximas eleições algo positivo possa começar a acontecer além de Estádios de Futebol mal construidos por sinal Quanto à fonte de poder é preciso construir o homem para purifica - las uma vez que será atravéz deles que esse poder virá . Quanto à diversidade a solução é negociar e procurar entendimento dentro dos Estados Livres . Se querem prosseguir nesse assunto remeto - os ao rcav5´blog nos links :http://rcav5.com/2013/04/01/ja-que-estamos-desejosos-de-que-o-novo-papa/  ;  http://rcav5.com/2013/03 /30/uma-pascoa-memoravel-foi-o-presente/  
Até mais !

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Já Que Estamos Desejosos De Que O Novo Papa ...


... conduza a Igreja de Cristo para superar o mundo moderno e nos levar à um novo cenário de maior Paz e Harmonia entre os Homens ... vamos meditar sobre a realidade em  que vivemos mergulhados para podermos vislumbrar onde queremos chegar ! Para tanto passo aos meus leitores um Roteiro  que o Prof. Milton de minha Neta distribuiu aos seus alunos do segundo grau :
Roteiro para meditar sobre : Atualidades
A Natureza das Atualidades / A questão do olhar

1- As bases históricas do mundo contemporâneo: as heranças do Séc. XX
2- Os grandes organismos internacionais : FMI, OMC e ONU, evolução histórica e panorama atual
3- Conceitos: Pós-Moderno e Nova Ordem Mundial
4- Atualidades e suas fontes : a questão da mídia
5- Hegemonia ou Multipolaridade : O poder no Séc XXI
6- Blocos Regionais : União Européia, NAFTA, MERCOSUL, ALBA,UNASUL, etc
7- Ricos e Pobres : os Fóruns de Davos e Porto Alegre
8- O Humor como ferramenta : Interpretando charges e afins.


A questão do olhar.

Diferentemente das disciplinas clássicas, tradicionais do Ensino Médio, o campo da ‘Atualidades’ na verdade nelas se apóia e também dialoga com os mais vários elementos de diversas áreas do saber.
Assim torna-se obrigatório que antes de iniciarmos a abordagem dos temas propriamente ditos, atentemos para a forma pela qual o ‘mundo atual’ se apresenta à nossa compreensão e como o percebemos.
Neste plano é necessário que além de definirmos os possíveis temas e assuntos que estudaremos, façamos uma breve reflexão acerca das formas pelas quais o conhecimento e as informações nos são apresentadas.
Para tanto iniciamos os encontros chamando a atenção para a oportuna herança a nós legada por dois grandes artistas,um brasileiro e um francês : Artur Bispo do Rosário e Marcel Duchamp. Dois mestres reconhecidos internacionalmente por suas contribuições acerca das perspectivas pelas quais nos apropriamos das impressões do mundo.
Bispo do Rosário, pra alguns louco, pra muitos gênio, acreditava ter recebido uma missão divina e assim como missionário de Deus teria de reproduzir o mundo que vivia, condição que o coloca próximo ao intento de quem deseja entender o mundo atual e ironicamente perto de nosso intento. E nesta ‘missão’ Rosário produz a partir de sucata, objetos que acabaram sendo reconhecidos bem depois como genuína arte surpreendentemente afinada com as mais badaladas tendências da vanguarda. Atento ao cotidiano, tal qual nós observadores da Atualidade também devemos estar, Bispo do Rosário conseguiu de forma particular ‘driblar’ todo um contexto que o excluía e de forma extremamente criativa e ousada ler e re-elaborar a realidade que se apresentava de forma absoluta, manipulando signos e informações.
Como referência deste artista, o registro de que ele possuiu a honra de ocupar o salão nobre da exposição ‘Brasil 500 anos’, importante mostra que procurou reunir elementos dos mais variados campos da cultura brasileira em toda sua história.

Links :

Tal como Bispo do Rosário, Marcel Duchamp, nosso outro artista de referência, também é exótico e rico de significados para a relação com a realidade e a compreensão da ‘Atualidade’. De inspiração impressionista, expressionista e cubista, marca do início do século passado, Duchamp ainda é referência obrigatória para uma melhor abordagem da estrutura cultural de nosso tempo, a partir de suas contribuições que, se podem ser aqui reduzidas, representaram na verdade uma radical crítica a própria relação comum que tínhamos até então com a obra de arte, propondo e exercitando uma nova forma de se olhar as coisas, uma perspectiva artística que nos leve além do eixo bom x mal gosto, mas aponte para significados mais complexos e profundos de nossa apreensão da realidade. Assim com Rosário, outro bom exemplo de possibilidades úteis e apropriadas para a compreensão de um mundo tal qual se nos apresenta nos dias atuais
Textos de apoio -
2- “A hegemonia, da forma como a entendo, envolve liderança, capacidade de mobilizar outros países de acordo com uma agenda particular. Em outras palavras, significa fazer com que os outros países acreditem em um consenso em torno desse líder, na sua capacidade de agir em favor do interesse dos liderados. Nesse sentido, os Estados Unidos não são mais hegemônicos. Por enquanto, são a maior economia, e aquela com o maior aparato militar. E é precisamente por isso que podem dominar: porque têm um impacto sobre o mundo muito maior do que qualquer outra nação. Esse domínio, contudo, não significa que os outros países necessariamente seguirão sua liderança. Na verdade, eles não a seguem mais. Os Estados Unidos permanecerão dominantes, mas não aptos a liderar o mundo como fizeram, por exemplo, ao final da Guerra Fria. Naquele período, eles eram capazes não só de criar alianças políticas e combinações, mas também tinham o poder de induzir europeus e japoneses a superar antigas diferenças com o objetivo de reconstruir a economia mundial. Agora, os Estados Unidos não têm mais o poder para exercer a liderança rumo à reconstrução. É assim que eles têm o domínio sem a hegemonia. “Giovanni Arrighi, professor de Sociologia da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore
3- “Assim como nos últimos anos entraram na moda certos produtos light – o tabaco, algumas bebidas e certos alimentos –, também se foi gerando um tipo de homem que poderia ser qualificado como o homem light.
Qual é o seu perfil psicológico? Como poderia ser definido? Trata-se de um homem relativamente bem informado, porém com escassa educação humana, entregue ao pragmatismo, por um lado, e a bastantes lugares comuns, por outro. Tudo lhe interessa, mas só a nível superficial; não é capaz de fazer a síntese daquilo que recolhe e por conseguinte, foi-se convertendo num sujeito trivial, vão, fútil, que aceita tudo mas que carece de critérios sólidos na sua conduta. Nele tudo se torna etéreo, leve, volátil, banal, permissivo. Presenciou tantas mudanças, tão rápidas e num tempo tão curto, que começa a não saber a que ater-se ou, o que é o mesmo, faz suas afirmações como «tudo vale», «tanto faz» ou «as coisas mudaram».”
Henrique Rojas - “O Homem Light. Uma Vida sem Valores”
4- “Somos todos pós-modernos?
A resposta é sim se comungamos essa angústia, essa frustração frente aos sonhos idílicos da modernidade. Quem diria que a revolução russa terminaria em gulags, a chinesa em capitalismo de Estado; e tantos partidos de esquerda assumiriam o poder como o violinista que pega o instrumento com a esquerda e toca com a direita? Nenhum sistema filosófico resiste, hoje, à mercantilização da sociedade: a arte virou moda; a moda, improviso; o improviso, esperteza. As transgressões já não são exceções, e sim regras. O avanço da tecnologia, da informatização, da robótica, a gloogleatização da cultura, a telecelularização das relações humanas, a banalização da violência, são fatores que nos mergulham em atitudes e formas de pensar pessimistas e provocadoras, anárquicas e conservadoras.” Frei Betto Escritor e assessor de movimentos sociais [Autor de "Calendário do Poder" (Rocco), entre outros livros].
5- “A modernidade representou uma dominação da razão. Em contraparte, a pós-modernidade representou o retorno de uma pluralidade, ou seja, também um retorno da emoção, da 'magia', da afetividade. Enfim, uma volta do que se perdeu na modernidade, que tentou racionalizar todos esses aspectos. [...]- Não faço uma crítica unicamente aos marxistas. Faço uma crítica aos marxistas e aos positivistas. Pois tanto uns quanto os outros, continuam presos ao esquema analítico do século 19. O legado desse esquema analítico é o racionalismo. Mas não quero fazer só uma crítica da razão e do racionalismo. Quero completar a razão com o sensível.” Michel Maffesoli , sociólogo, autor : MODERNIDADE X PÓS-MODERNIDADE, "Elogio da Razão Sensível"
6- “(...) Outros adotaram a mística do pós-modernismo, que se esforça para cultivar a ignorância da história e da cultura modernas e se manifesta como se todos os sentimentos humanos, toda a expressividade, atividade, sexualidade e senso de comunidade acabassem de ser inventados – pelos pós-modernistas – e fossem desconhecidos, ou mesmo inconcebíveis até a semana passada. “
Marshall Berman autor de “Tudo que è sólido desmancha no ar – A aventura da modernidade”
Pois é ... criticar é fácil ... construir é mais trabalhoso  : assim, mãos à obra ... vamos ajudar o Francisco ! Acredito que esse Roteiro seja um bom início ... até mais , e boa sorte !