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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Homenagem a Renato Velloso

Esta postagem é uma homenagem póstuma de seus filhos Rafael e Gisele a Renato Velloso criador, editor, escritor e idealizador deste blog, por ocasião do seu falecimento em 12/08/2017.

video

Renato Velloso era um homem de fé, bem informado e consciente de suas convicções religiosas, políticas e sociais. Mesmo que não concordássemos com ele, admirávamos pelo que ele tinha de melhor; sua bondade e franqueza ao dizer o que pensava, de pensar e ir atrás do que acreditava. Mesmo que esta atitude lhe rendesse discussões acaloradas, Renato sempre demonstrou ter compaixão e amor por todos, mesmo pelos que não lhe agradavam. Por isso além da fé que cultivou em toda a sua vida, era um homem de paz que prezava a coerência nas ações que tomava, sempre que necessário. Lutou muito em busca do que era importante para si e para sua família. Dentro de seu campo de percepção da realidade, teve ainda a capacidade de se adaptar às escolhas nem sempre acertadas de seus filhos, irmãos e amigos mantendo-se compreensivo e amoroso, acolhendo-nos em nossos muitos desafios pessoais e profissionais. Sua ausência repentina nos deixa um vazio, que apesar de profundo e triste, nos inspira a seguir de forma plena nossas vidas, de pôr em prática as nossas convicções e de aceitar que a vida é melhor quando vivida com fé, sinceridade e amorosidade.


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sempre deconfiei desse tal de Rainha e seu MST ...



e como a liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania agradeço ao Amigo F. Beauclair o texto que nos enviou por e-mail o qual repasso à vcs . Dentro desse pandemônio que nos assola surge mais essa revelação , segue o texto :



No texto faltou um detalhe que o Luiz nos fornece :


Faltou um detalhe: o dinheiro ia para o exterior (Itália e Suiça) em JATINHOS (TAXI AÉREO) alugados.



O dinheiro era colocado nas aeronaves ainda dentro de hangar, com portas fechadas para não ser visto e fotografado, e de pois decolava.



Bem que um chapa meu Diretor Técnico de um taxi aéreo aqui em SP me dizia que o MST era um "bom cliente". Agora vejo que ele falava a verdade, não era exagero!

Luiz

Amigos,



Finalmente consegui ler a sentença do Exmo. Juiz da 5a. Vara Federal (Ricardo Uberto Rodrigues) para esse dito "Marxista-Stalinista" e "defensor dos oprimidos" José Rainha Jr, condenando-o a 31 anos e 5 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado, em prisão federal.



As acusações (comprovadas pelo Min Público na "Operação Desfalque") são impressionantes, vejam um resumo a seguir:

extorsão
estelionato
formação de quadrilha
apropriação indébita
favorecimento real



Vejam coisas que foram confirmadas:


De acordo com denúncia do Ministério Público Federal, os réus agiam utilizando trabalhadores rurais ligados ao MST como “massa de manobra” para invadir terras e exigir dos proprietários o pagamento de contribuições. Interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça durante a investigação, comprovaram que o dinheiro era desviado para os próprios integrantes do grupo.
Diz o MPF que, em abril de 2011, José Rainha Júnior teria cobrado e recebido de duas empresas do setor de agronegócios, R$ 50 milhões e R$ 20 milhões, respectivamente, para não invadir e queimar as plantações de cana-de-açúcar mantidas em fazendas em Paraguaçu Paulista.
Em outra ocasião, pediu R$ 112 milhões aos representantes de uma concessionária de rodovias, a título de “ajuda solidária”, ameaçando obstruir e danificar as praças de pedágio daquela empresa. Esse dinheiro foi desviado para benefício pessoal dos integrante do grupo.
Segundo a Monsanto seu grupo invadiu uma fazenda-modelo e destruiu mudas de cana-de-açucar resistentes à algumas pragas. Foi confirmado que a destruição foi encomendada por empresa representante de agrotóxicos importados, a qual seria prejudicada caso a pesquisa tivesse sucesso.
O MPF também diz que o grupo se apropriou de cestas básicas fornecidas pelo Incra às famílias que residiam nos assentamentos, e as vendeu indevidamente para assentados. O MPF diz que Claudemir Silva Novais (braço direito de Rainha Jr.) era o responsável pela tarefa.
“No caso dos autos, verificou-se o aproveitamento, pelo réu e demais membros do ‘grupo de frente’, do comportamento ou das fraquezas das vítimas para lhe facilitar a prática criminosa. É dizer, o réu valeu-se do temor que incutia nas pessoas, em regra analfabetas e já fragilizadas pela sua atual condição de sobrevivência, para auferir vantagem indevida”, afirma o juiz federal Ricardo Uberto Rodrigues na sentença.



Para o magistrado, José Rainha Júnior se valeu da condição de liderança para a prática dos crimes. “A ganância desenfreada se mostra na realização de diversas ameaças ou invasões de terras, sempre com o objetivo de auferir proveito próprio”, afirma Rodrigues. Ao comentar que entre as vítimas estavam mulheres, crianças e idosos, o juiz conclui: “Colocou-se, portanto, em risco, a vida e a saúde de diversas pessoas em nome de um objetivo mesquinho de ganho pessoal”. Segundo ainda o Min Público, grande parte do dinheiro auferido foi enviado ao exterior (Bancos Italianos e Suiços), mas está em processo de repatriação.


Caramba ... sócio gangster do Agro Negócio , a mais importante fonte de renda do nosso (?) País ... Amigos pensem nisso !





 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Um verdadeiro tiro no pé por parte de quem nos devia ...

... um comportamento civilizado diante de acontecimentos de suma gravidade . Mas ao contrário desceu ao nível daquele a quem a Nação inteira havia reprovado ... inclusive o STF ... tentando pelo confronto grosseiro e achacador dobrar uma autoridade do Estado . A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania  assim dou espaço neste blog para que um daqueles que foi chamado pelo achacador de 'juizeco ' defenda a classe que por nós cidadãos comuns é devidamente respeitada . Com  a palavra  Edu Perez Oliveira :

Edu Perez Oliveira










EU, JUIZECO

A nação brasileira foi surpreendida, na data de 24.10, com a frase dita pelo senador Renan Calheiros, de que "um juizeco de primeira instância não pode, a qualquer momento, atentar contra um poder", referindo-se ao juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, responsável pela Operação Métis.

Para quem não sabe, a citada operação tinha por fim desarticular uma suposta organização criminosa que buscava atrapalhar as investigações da Lava-Jato, determinando, além das prisões de policiais legislativos, busca e apreensão das dependências da polícia legislativa, situada no subsolo do Senado.

Foi o suficiente para o senhor Renan Calheiros dar o grito. Vendo a indignação do senador, me lembrei do filme "Homem Bicentenário", estrelado pelo famoso Robin Williams e baseado na obra ""The Bicentennial Man ans Other Stories", de Issac Asimov (correção da minha distração do amigo Euler Jansen).

No filme, Robin Williams interpreta o robô adquirido por uma família para fazer tarefas servis e que, aos poucos, vai adquirindo consciência e quer ser considerado pelo Estado como um ser humano, dotado dos mesmos direitos e deveres.

Como um robô, sua função era obedecer às ordens dos seus senhores, sempre dizendo a frase "Isso fica feliz em ser útil", referindo-se a si mesmo.

Talvez o assombro do senhor Renan seja de que os juízes não são robôs, assim como os promotores de justiça e os policiais, nem estão aqui para servir ninguém além dos interesses da nação, que é quem os remunera.

É natural a raiva que destila contra os juízes de primeiro grau ao ver que a Justiça brasileira não se limita a julgar processos de quem furta galinha.

O Judiciário agora volta sua atenção para o que ocorria na polícia legislativa do Senado, tão próxima do senador, mas não tão próxima que com sua figura se confunda, pois, enquanto Renan possui mais de dez inquéritos ainda em andamento no STF em virtude do foro por prerrogativa de função, a polícia legislativa está sujeita aos juizecos de primeiro grau, como os colegas da 10ª Vara Federal de Brasília e Sérgio Moro.

Nós, os juizecos que entramos pela estreita porta do concurso e que não dependemos de acordos políticos, nem mesmo sabemos o que é isso, enfurnados que estávamos estudando horas e horas por dia, durante anos, para lograrmos êxito na dificílima e imparcial seleção.

Esses mesmos juizecos que estão espalhados pelas inúmeras comarcas desse país continental e que olham nos olhos dos jurisdicionados, que se esforçam para entregar a justiça de que a população é sedenta, apesar das leis que são gestadas na capital do país sob estranhas influências.

Por que tanto medo de juizecos? Talvez porque, dos dezesseis mil juízes, comprovadamente apenas uma parcela insignificante possa ser considerada corruptível e covarde, apesar da falta de segurança e estrutura.

Não temos medo, senador. Pode nos chamar de juizecos, já escutamos coisa pior.

Da minha parte, eu agradeço por ter posto às escâncaras o motivo da votação do Projeto de Lei 280/2016, que trata do abuso de autoridade, mas cujo objetivo real é acabar com a liberdade de decidir dos juízes, de atuação dos promotores e policiais.

Por idênticas razões sofremos injustos ataques de toda sorte, de maneira orquestrada, na tentativa de apontar os juízes como inimigos do país. Segundo cotidianamente se publica, são as prerrogativas dos juízes que são os verdadeiros problemas da nação, esquecendo convenientemente de que há quem ganhe muito mais no poder público.

Para quem não sabe, são prerrogativas do juiz a inamovibilidade, ou seja, ninguém pode tirá-lo da comarca onde ele está sem sua anuência, a vitaliciedade, de forma que o juiz somente pode perder seu cargo por decisão judicial transitada em julgado, e a irredutibilidade de vencimentos, isto é, os subsídios do juiz não podem ser diminuídos.

Mas são mesmo prerrogativas do juiz? Não. São prerrogativas da população, que espera que os juízes, com estas garantias, não se acovardem.

É caso de se pensar, pois se mesmo com tudo isso um senador da República dirige-se a um juiz chamando-o de "juizeco", o que faria se pudesse demiti-lo ou submetê-lo?

Essas prerrogativas permitem que o magistrado atue em favor da população com mais segurança, que não precise ter medo dos poderosos. O que seria de Sérgio Moro sem isso?

São essenciais ao Estado Democrático de Direito, pois garantem que o Judiciário não será impedido de agir em caso de abuso dos Poderes Executivo e Legislativo, e também do próprio Judiciário.

Mas é fértil a mente dos que querem acabar com a República, apresentando projetos com a finalidade de controlar o juiz e fazer com que ele tenha medo, esteja impossibilitado de agir, como é o caso do citado PL 280/2016.

Atacam os subsídios dos magistrados com informações destoantes da verdade e ocultando que muitos outros ganham mais e não possuem nem um cêntimo da mesma responsabilidade.

Então por que o juiz é o escolhido? Porque o juiz incomoda, ele julga de forma imparcial. Assim, quando não houver juiz para dizer o que é a lei, caberá aos "poderosos" fazê-lo.

Quando o cidadão for espoliado dos seus direitos e não puder se socorrer do Judiciário, não haverá mais lugar tranquilo em toda a República do Brasil.

Se passarem os projetos de lei, se defasarem as garantias dos magistrados, finalmente "eles", os que odeiam a justiça, terão finalmente seus robôs.

Mas resistimos, senhor senador. Resistiremos das menores comarcas às capitais, nas praias e nos sertões. Poderíamos nos calar, mas não é do nosso feitio. Não somos pagos, e bem pagos, pela nação brasileira para fazer menos do que o nosso trabalho.

Estamos juízes, afinal.

E cada vez que a Justiça der um golpe de malho contra aquilo que impede que o Brasil siga num sentido de menos corrupção, mais igualdade, mais honestidade, independentemente de partido ou de condição econômica, não "eu, robô", mas "eu, juizeco", direi: "Isso fica feliz em ser útil". 

Empunhemos essa bandeira : quem pelo achaque e/ou qualquer outro meio quizer se colocar acima da  lei 
terá nossa veemente oposição 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Dou a palavra à um historiador , Marco Antonio Villa que ...

... por ser tal relata os acontecimentos com extrema veracidade .A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania e ele como historiador o faz com plenitude pois sempre isento busca a verdade dos acontecimentos . Vamos conhecer sua apreciação dos fatos lendo o seu excelente artigo publicado no O Globo de 03/05/2016. Segue o mencionado :

Vamos recolocar o lema Ordem e progresso no seu devido lugar ... chega de desordem para inclusão !

Lula perdeu, o Brasil ganhou
O fato determinante foram as manifestações de 13 de março, especialmente a de São Paulo, a maior da História do Brasil

Não há qualquer dúvida de que Michel Temer é o novo presidente da República. O Senado vai receber o processo e aprovar o impeachment de Dilma Rousseff. A interinidade deve ser breve — inferior aos 180 dias constitucionais. O projeto criminoso de poder e seus asseclas foram derrotados.
MARCELO
A história — e não é a primeira vez — traçou um caminho surpreendente. Apesar do desastre do primeiro governo, Dilma conseguiu ser reeleita na eleição mais suja da República. Imaginavase que faria um governo cinzento. E que Lula deveria ter um papel mais ativo, preparando o caminho para retornar à Presidência em 2018, ser reeleito em 2022 e eleger um poste em 2026. A pouca combatividade da oposição, a inércia das entidades empresariais, as benesses obtidas pelo grande capital e o estabelecimento de relações nada republicanas com o Congresso Nacional e as Cortes superiores de Brasília davam ao petismo um protagonismo e uma força desproporcional à realidade.
Quando o pedido de impeachment deu entrada na Câmara — em outubro de 2015 —, poucos acreditavam que seria apreciado. Outros já tinham sido rejeitados. Pouco depois, o STF decidiu, equivocadamente, que caberia monocraticamente ao presidente da Câmara a decisão de receber o pedido. Falou-se que seria rejeitado por Eduardo Cunha. Porém, a 2 de dezembro, acabou sendo recebido. Seis dias depois, foi eleita a Comissão Especial por 272 votos a 199, com uma composição independente do Palácio do Planalto. Mais uma vez, o STF interferiu inconstitucionalmente, obrigando a Câmara a anular a votação e criar uma comissão “eleita” pelos líderes. Considerou-se uma vitória, pois os partidos da base governamental eram maioria.
O recesso parlamentar deu ao governo aparente sobrevida. Ficou na aparência. O agravamento da crise econômica — o ano fechou com a queda do PIB em -3,8% —, as investigações da Lava-Jato e a participação da sociedade civil com as manifestações de rua — quatro em 2015 —e a fantástica mobilização das redes sociais foram paulatinamente deslocando a balança para os adversários do petismo, mesmo quando os partidos oposicionistas ainda patinavam no enfrentamento do projeto criminoso de poder.
O ano legislativo de 2016 começou sem que estivesse claro qual o rito que deveria ser seguido na Câmara, pois o STF tinha tomado uma decisão pouco clara e, pior, invadindo a esfera do Legislativo. Após os esclarecimentos, o caminho ficou aberto. Mas o fato determinante do processo foram as grandes manifestações de 13 de março, especialmente a de São Paulo, a maior da história do Brasil. Nesse momento, as ruas, pela primeira vez, empurraram o Parlamento, deixando de ser coadjuvantes para serem protagonistas.
O PMDB foi se afastando do governo — a 12 de março declarou-se independente. A resposta do Planalto foi um suicídio político: a nomeação de Lula para chefia da Casa Civil. Uma demonstração de fraqueza travestida de uma grande jogada política. Um golpe de Estado, dando a Presidência, de fato, a um procurado da Justiça. A suspensão da nomeação e a divulgação dos áudios foram fatais. Desnudaram as razões da nomeação e as conversas de ministros e dirigentes petistas. Apresentaram um governo de cafajestes e celerados. Ficaram ainda mais isolados. E novamente as ruas deram resposta enérgica à manobra golpista.
A 17 de março foi constituída a Comissão Processante. Para evitar questionamentos jurídicos, foi seguido estritamente o rito determinado pelo STF. Diferentemente de 1992, desta vez houve amplo direito de defesa. A solidão do Planalto ficou maior quando o PMDB rompeu com o governo. De nada adiantou a presença constante de Lula em Brasília e a transformação de um quarto de hotel em gabinete presidencial — triste momento que aproximou o Brasil de uma república bananeira.
A Comissão Processante teve seus trabalhos conduzidos com muita propriedade e equilíbrio pelo presidente Rogério Rosso, e o parecer do relator Jovair Arantes não deixou pedra sobre pedra —e a 11 de abril foi aprovado por ampla maioria. As respostas do governo na comissão, na Câmara e na sociedade foram desastrosas. Chamar de golpe o que está previsto na Constituição foi um desastre. A defesa feita pela AGU foi patética. Os atos no Planalto com os “movimentos sociais” afastaram ainda mais o governo de parlamentares que estavam indecisos. E, para piorar, Dilma pediu a intervenção de organismos internacionais, caso de crime de lesa-pátria.
A votação de 17 de abril foi histórica. De nada adiantaram as transações criminosas de Lula tentando comprar parlamentares. O quorum constitucional foi suplantado. E a admissibilidade do processo, aprovada. O PT — que funciona mais como uma organização criminosa do que como partido político, basta recordar as inúmeras condenações judiciais — tentou — e ainda tenta — desqualificar a decisão. Criticou o “nível” dos deputados — como se a média dos parlamentares, desde 1826, quando o Parlamento foi aberto, fosse muito distinta; além do que teve sustentação congressual durante 13 anos —, ameaçou o país com guerra civil, incentivou a desmoralização das instituições e colocou em risco a paz pública.
Temer não deve esquecer que chegou à Presidência graças à mobilização das ruas. Vai ter de organizar um ministério competente, enfrentar os graves problemas econômicos, melhorar a qualidade do gasto público, não compactuar com a corrupção, despetizar o Estado e levar o país às eleições de 2018. Não será fácil. Mas muito mais difícil foi o povo derrotar a quadrilha petista e seu chefe, Lula. Marco Antonio Villa é historiador
Espero que esta leitura traga bons frutos para o Amigo , sem mais  até breve !

terça-feira, 12 de abril de 2016

Muitas vezes pode se dizer que o ótimo ...

... é inimigo do bom ! A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania e isto é o que deve ser garantido ã todos os brasileiros nesse momento decisivo para o nosso futuro , e também para o da América Latina . Quando era jovem chefiei como engenheiro uma força tarefa que visava testar para recebimento um transformadorde potência com uma realção de transformação unusual . Os engenheiros da fábrica montaram com esmero  o teste que fluiu sem grandes dificuldades até o teste de impulso no neutro ! Aí a cobra fumou ! ...as tabelas que tinham eram para o clima da Matriz bem diverso do nosso ! Um , dois , tres , sei la quantos mais ... não me lembro pois já fazem muitos anos do acontecido ... e o gerador de impulso falhava . Interrompi o teste e combinei voltarmos  no dia seguinte para seguir em frente ! O chefe do grupo de teste da fábrica rogou que eu encerrasse os trabalhos com a aprovaçào do Trafo pois já tinham sido aplicados no neutro do Trafo mais impulsos do que era razoável ! Quando saí da fábrica tinha a disposição e acompreenção da vida que lembrava de alguma forma bem atenuada a de um petista furibumdo e irredutível . No dia seguinte qual a minha surpresa... fui recebido na porta do meu Hotel por nada menos que o presidente da empreza em que trabalhava ! Ele me levou de automóvel até à fábrica e pelo caminho foi conversando sobre vários assuntos bem leves e divertidos . Ao saltar ouvi um único conselho que guardo até hoje e passo nesse momento difícil para o congresso para os nossos congressistas  : "Renato , o ótimo é inimigo do bom " calou se e se foi ! Entre o momento em que cheguei e me despedi do presidente e cheguei até o grupode teste tomei minha decisão : escolhi o bom e até hoje que eu saiba apesar de inúmeras tempestades elétricas o  Trafo permanesce de pé  mostrando o acerto do conselho . Concluo pedindo à todos os cidadãos e principalmente aos congressistas que julguem se o Michel ... no caso que estamos enfrentando ... não seria o bom ... Até mais , frizando que a decisão é de cada um ! O bom x novas eleições já ...

segunda-feira, 4 de abril de 2016

O termômetro da tensão no interior do governo pode ...

... ser avaliado pela notícia que nos traz o Claudio Humberto . A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania por esse motivo repasso a notícia que ma chegou via F. Beauclair , meu Amigo e companheiro . Com a palavra Cláudio Humberto :

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A informação divulgada por Cláudio Humberto é importantíssima e revela um fato da maior relevância. Com toda a certeza, a decretação do “Estado de Defesa” somente não ocorreu porque os comandantes das Forças Armadas impediram.



Em entrevistas a correspondentes da imprensa estrangeira e a todo momento que encontra um microfone ou um gravador à sua frente, a presidente Dilma Rousseff está denunciando a preparação de um golpe para derrubá-la do poder. Sabe-se que se trata de uma argumentação fantasiosa. O que não se sabia é que a realidade era bem diversa.



Conforme o jurista Jorge Béja já comentou aqui na Tribuna da Internet, o site “Diário do Poder”, do jornalista Claudio Humberto, informou que chefes militares informaram à oposição, em reuniões reservadas, que o governo do PT discutia a adoção de medidas semelhantes àquelas utilizadas na Venezuela para sufocar os protestos de rua.


Houve inclusive tratativas com próceres da semiditadura venezuelana. O plano era decretar “Estado de Defesa”, suspendendo direitos fundamentais, como de reunião e manifestação e sigilos telefônicos e de correspondência, seguindo o exemplo do que fez Hugo Chávez, quando era presidente do país vizinho.



O pretexto do “Estado de Defesa” seria evitar “graves distúrbios” em cidades onde ocorreram as maiores manifestações, no último dia 13.

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A informação divulgada por Cláudio Humberto é importantíssima e revela um fato da maior relevância. Com toda a certeza, a decretação do “Estado de Defesa” somente não ocorreu porque os comandantes das Forças Armadas impediram.



É claro que eles foram consultados, porque nenhum governante (no caso, governanta) tem condições de decretar medida de tamanha gravidade sem consultar os comandos militares, que são responsáveis por colocar em prática tal determinação.

26/03/2016 – Tribuna da Internet – José Carlos Werneck -tribunadainternet.com.br/militares-
impediram-um-golpe-de-estado-chavista-de-dilma/
".




Bom proveito e até mais ! 

Acontece que o "Mais " chegou à minha cx de correspondência o que assumi como nova contribuição do Amigo F. Beauclair  . Assim passo ao vosso conhecimento e discernimento a explicação mais detalhada de como aconteceram as coisas denunciadas acima ... de minha parte lembro à vcs que um comandante do exército do sul foi transferido para Brasília depois de declarações não convenientes ao Governo , não me lembro do nome do militar ! Segue o anunciado : 

Com a palavra F. Beauclair ,

As Forças Armadas abortaram o golpe do "Estado de Defesa"‏

Repassando com mais esclarecimentos em relação ao que já tinha enviado anteriormente. Tudo dentro da lei, tenho orgulho das nossas Forças Armadas e me lembro sempre do que meu pai me ensinou e mais tarde senti também no convívio com o meu Sogro também militar que soube dar a minha esposa boa formação sobre os deveres do cidadão. Tenho orgulho de ter servido ao nosso Exercito onde ampliei meus sentimentos de dever para com meu pais.
"Para triunfar é necessário vencer, para vencer é necessário lutar, para lutar é necessário estar preparado, para estar preparado é necessário prover-se de uma grande inteireza de ânimo e de uma paciência a toda prova." (Carlos Bernardo Gonzales Pecotche)
 
 
¨A vida é um espelho onde se reflete o que o ser pensa e faz, ou o que os pensamentos próprios ou alheios o levam a fazer.¨
 As Forças Armadas abortaram o golpe do "Estado de Defesa" !

 
 
 Sul Connection ESPECIAL - 
COMO O COMANDANTE VILLAS BÔAS IMPEDIU UM GOLPE DE ESTADO DO PT E DE DILMA
Sem sair um milímetro sequer de suas atribuições funcionais as Forças Armadas abortaram o golpe do Estado de Defesa e impediram a geração de um clima de pré-Guerra Civil. 
·         http://www.sulconnection.com.br/public/noticias/3174/3040.jpg
·          
No dia 23 de março deste ano o senador Ronaldo Caiado, do Democratas de Goiás, vinha a público com uma notícia bombástica. Dilma estaria pensando em decretar Estado de Defesa. A notícia foi recebida basicamente de duas maneiras nas redes sociais. De um lado, alguns acusavam o senador de estar criando alarmismo de maneira desnecessária. Já outros, especialmente extremistas de direita e defensores da intervenção militar, chamavam o Comandante do Exército, General Villas Bôas de covarde, traidor, carreirista e mais um monte de outros xingamentos. Ato contínuo, o senador A&ea cute;cio Neves, do PSDB, tratou de deixar claro que Caiado não estava blefando. O petismo realmente tinha planos golpistas.
Este Sul Connection esteve em Brasília no domingo do impeachment e passou toda a segunda-feira por lá. E então apuramos os desdobramentos das denúncias de Caiado e Aécio e o papel que Villas Bôas e os militares desempenharam durante a crise. Antes de prosseguirmos, faça-se justiça: sem fugir um único milímetro de suas atribuições funcionais, sem conspirar e respeitando rigorosamente a Constituição, o Comandante do Exército, liderando as Forças Armadas, foi um verdadeiro herói da jovem democracia brasileira. Se um dia o leitor desta reportagem encontrar Villas Bôas por aí, bata  continência e palmas para o nosso comandante. Ele merece.
Segundo o que apuramos, tanto Caiado quanto Aécio foram informados pelo próprio Comando do Exército da manobra que se preparava intra-muros no Palácio do Planalto. Foram informados justamente para que colocassem a boca no trombone e esvaziassem politicamente qualquer tentativa neste sentido. Ato contínuo, Villas Bôas chamou à Brasília os comandantes das quatro regiões militares (1) e realizou uma reunião de emergência do Alto Comando. Ele explicou o que se passava e pediu apoio aos seus comandados (2) para ir até o governo e informar que as Forças Armadas brasileiras não aceitariam qualquer ordem que considerassem absurda.
Villas Bôas teve o apoio de seus comandados (2). E juntos, fardados, foram todos falar com o Ministro da Defesa, o comunista Aldo Rebelo. Aldo foi informado de que o Regimento Militar era muito claro. Ordem absurda não se cumpre. E mais. É dever de todo militar dar voz de prisão a quem ousa expedir qualquer tipo de ordem absurda. Recado mais claro, impossível.
Aldo foi a Dilma e informou que não haveria qualquer apoio para o Estado de Defesa.
Após abortarem os planos de Dilma, os militares ainda promoveram dois almoços no Comando do Exército em Brasília, tendo Villas Bôas como anfitrião. Um com o senador Ronaldo Caiado. E outro com o senador Aécio Neves. Ambos foram orientados a entrarem pela porta da frente do Comando, sem qualquer medida para ocultar a reunião. O recado foi claro: ninguém estava conspirando e nem fazendo nada de ilegal. Não havia motivo para se esconder. Igualmente claro foi o recado compreendido pelo governo: as Forças Armadas brasileiras não adeririam a qualquer tipo de golpismo.
Este Sul Connection fez questão de registrar como o impeachment pôde chegar ao seu fim de forma pacífica e serena, sem qualquer golpismo, em respeito à história e à biografia de Villas Bôas. Injustamente atacado nas redes sociais, o general manteve a serenidade e nunca demonstrou qualquer disposição para bater boca com fanáticos de qualquer viés. Cumpriu sua missão militar e institucional. Ajudou a preservar nossa jovem democracia e as nossas instituições. Merece todo o nosso reconhecimento. 

Outra vez  , até mais !


sexta-feira, 11 de março de 2016

Discordo dos que acusam os promotores do MP de São Paulo ...

...de terem agido com precipitação, e outras acusações  genéricas .A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania ... e os promotores estão defendendo os direitos dos cidadãos lesados pela suposta quadrilha conforme mostra os autos da denuncia . São milhares de pessoas lesadas pela quadrilha denunciada. Quem ler a volumosa denúncia verá se ... o fizer atentamente...  que dois fatos importantes... no mínimo... se apresentam para suportar o pedido de prisão preventiva da quadrilha à qual supostamente o Ex pertenceria . Seriam :

                                                                  - o fato que as diligências prosseguirão para identificar vários benaficiários dos malfeitos denunciados que seriam na maioria elementos dos altos quadros do PT . Estes se estão com o rabo preso adorariam ser protegidos pela agressividade do Ex ...                                                                                            - .a peça acusatória se baseia em fatos testemunhados em profusão os quais teriam sido comprovados documentalmente . Para desmontar essa peça seria de saida altamente útil apavorar as testemunhas para que desfisessem seus depoimentos  .Não entendo de processos criminais ... mas estou supondo que esses testemunhos deverão ser confirmados em juizo ...

A afirmativa acima é real assim publico o link que copiei de um artigo do Ricardo Noblat publicado no O GLOBO  deste sábado . Seguem o link do artigo para que conheçam opinião diversa da minha e outro da peça acusatória ( denúncia ) :
Peça acusatória e/ou pedido de prisão      
Artigo do Ricardo Noblat do qual discordo

Os links acima, e o que conhecem do Cara, e da sua turma, permitirão que façam sua própria avaliação do embróglio ...  recomendo que como eu fiz tenham dó dos lesados pela suposta quadrilha , e até mais !
Em tempo : parece que não sou o único a discordar ... segue a parte final do MS 34070 :


Eo link para o documento : Integra do MS34070
                                                      -